É um dos fragmentos do melhor concerto que presenciei em 2013 (Ludovico Einaudi, no CCB). Provavelmente, este é o som que flui por todos átomos quando dois universos distantes colidem harmoniosamente.
Acredito que foi o som que Homero Aridjis ouvia quando escreveu:
Há seres que são mais imagem que matéria
mais olhar do que corpo