27 de fevereiro de 2007

Sem título

Bem ha algum tempo que não escrevo coisas de valor, apenas largo cousas levianas... Motivo? falta de tempo, a estudar, a trabalhar (já não estou a trabalhar para quem ainda não sabe por isso estou a espera de convites p/cowboiada) Outro motivo, o meu pc morreu e não me apetece nada ir arranjar, só me ligo a net por caridade mesmo... depois tive doente uns tempos, ainda estou uma beca mas como a minha vida tende a ser relativamente caseira (quando não tenho nada de valor para fazer), mas mesmo assim não deixa de ser algo que me afecte. A época de frequencias e exames foi para esquecer, literalmente lol valeu pelo mês de férias (ai preguiça)...ontem fui a faculdade ver as vistas, não me livrei de ouvir um coro das veteranas de politica social que mal me viram gritaram o meu nome bla bla "rapaz mais fixe de política social" bla bla bla...coisas do género sem um pingo de verdade e pronto hoje tou para aqui a secar, não se faz nada mas tenho som p/ desfrutar! Eheh Por falar em musica, um dos meus grupos preferidos vai terminar, pois é os jurassic 5 vão separar-se definitivamente :( snif snif.

Uma amostra do último album dos J5

4 comentários:

joana disse...

nao conseguia postar no meu blog, entao deixo-te aqui isto para leres

Mais razoável me parece o círculo descrito por certas religiões do Indostão. Nesse círculo, que não tem princípio nem fim, cada vida é uma consequência da anterior e engendra a seguinte, mas nenhuma determina o conjunto... Doutrinada por um exercício de séculos, a república dos homens imortais tinha conseguido a perfeição da tolerância e quase do desdém. Sabia que num prazo infinito ocorrem a qualquer homem todas as coisas. Pelas suas passadas ou futuras virtudes, qualquer homem é credor de toda a bondade, mas também de toda a traição pelas suas infâmias do passado ou do futuro. Assim como nos jogos de azar as cifras pares e ímpares permitem o equilíbrio, assim também se anulam e se corrigem o engenho e a estupidez.
(...) Ninguém é alguém, um único homem imortal é todos os outros homens. Como Cornelio Agrippa, sou deus, sou herói, sou filósofo, sou demónio e sou o mundo, o que é uma forma cansativa de dizer que não sou.
(...) A morte (ou a sua alusão) torna os homens delicados e patéticos. Estes comovem-se pela sua condição de fantasmas. Cada acto que executam pode ser o último. Não há um rosto que não esteja por se desfigurar como o rosto de um sonho. Tudo, entre os mortais, tem o valor do irrecuperável e do perdido. Entre os Imortias, pelo contrário, cada acto (e cada pensamento) é o eco de outros que no passado o antecederam, sem princípio visível, ou o claro presságio de outros que, no futuro, o repetirão até à vertigem. Não há coisa que não esteja perdida entre infatigáveis espelhos. Nada pode ocorrer uma só vez, nada é primorosamente gratuito. O elegíaco, o grave, o cerimonial, não contam para os Imortais. Homero e eu separamo-nos nas portas de Tânger. Creio que não nos despedimos.

Jorge Luís Borges, in 'O Imortal'

Anónimo disse...

Saudades suas seu hombre de color!
muaah catia

nar6 disse...

"Tudo, entre os mortais, tem o valor do irrecuperável e do perdido. Entre os Imortais, pelo contrário, cada acto (e cada pensamento) é o eco de outros que no passado o antecederam, sem princípio visível, ou o claro presságio de outros que, no futuro, o repetirão até à vertigem."

This shit is ill!!!!!!!

a catia é feia :P

Anónimo disse...

sim sim
rapaz mais fixe de politica social!
e nem maisdia 8 é jantaaaaaaaaa!!