7 de novembro de 2008
4 de outubro de 2008
"Porque foi que cegámos, Não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que vêem, Cegos que, vendo, não vêem"
Se eu fosse uma tela queria ser expressionista, arte dos que não sendo cegos, conseguem ver; arte do improviso, do inesperado e do impulso sensorial, dos sentimentos e da emoção, do instinto e da subjectividade pincelada com cores (ir)reais e formas patéticas que expressam a projecção de uma realidade registada e recriada de olhos fechados, rompendo a racionalidade do ego falso - ponto do "Eu" em que a alma entra em contacto com a matéria e esquece-se de si mesma.
19 de setembro de 2008
Elizabeth Shepherd
My recent favourite female jazzician, forget about diana and norah... :P
13 de setembro de 2008
2 de setembro de 2008
Ups... esqueci-me disto.
Concepção: Priscillia
Material: umas tintas que havia para lá
Suporte: Parede do quarto(da anfitriã) aka um livro de presenças bastante original.
28 de agosto de 2008
Egg
"O ovo mexido é coisa de derrotados" - in A Teoria do Ovo Estrelado Vol.2 pág 37
Ah ah ah...
13 de agosto de 2008
Aniversário cancelado.
11.30 - OH NÃO! Há 2x anos atrás fez-se luz em Almada e saiu um menino bonito, inteligente, fofo e muito querido!
Dizer também que o máximo que vou fazer é esperar que alguém me venha dizer que o almoço está pronto para depois dormir várias sestas pela tarde adentro e à noite por estar cansado de descansar irei descansar mais um pouco sempre patrocinado por chocolates, bolachas maria e sugus.
Passar bem e
Cumprimentos à família.
22 de junho de 2008
12 de junho de 2008
3 de maio de 2008
As estatísticas de uso do meu player dizem que em 6 meses e 9 dias foram tocadas 33238 tracks o que perfaz cerca de 5540 malhas por mês a rolar, sendo que diariamente são cerca de 178 sonoridades a ecoar pelas paredes do meu mundinho!
25 de abril de 2008
16 de abril de 2008
15 de abril de 2008
finding myself making every possible mistake... La la la la la la la..."
E não fui! éhhh, eu sou assim, uma pessoa de extremos: ou tudo ou nada e vice-versa. Não sou muito do "ah comme si comme ça", por isso baldei-me como gente grande a tudo o que havia para baldar e nem me dei ao trabalho de avisar! Tirei um dia de férias porque ninguém mo deu! E se amanha me vierem pedir satisfações, direi descaradamente: "olhe, não me apeteceu... não me apeteceu olhar para o relógio, não me apeteceu preocupar-me com as horas..." E se insistirem: "tsss quero lá saber..."
Eheh não sinto o tempo escorregadio, não faço a mínima ideia do que vou fazer, nem aceito sugestões porque o dia é todo meu (não cobiça xêêêêê) vou fazer o que bem entender! Fugir à rotina, não fazer nada, enlouquecer com a minha própria companhia. correr descalço por campos verdejantes em câmara lenta ehehe Mas entretanto são duas e tarde e eu vou dormitar mais um pouco ai ai... ahahah
Powered by YAEL NAIM "NEW SOUL"
6 de abril de 2008
27 de março de 2008
Olha eu no msn (:
I'm outta here!
18 de março de 2008
15 de março de 2008
...não faço a mínima ideia do que vou escrever nas próximas linhas apenas sei e tenho a certeza de que o vou fazer... 2 linhas e já não tenho muitos pensamentos a vaguear nos fluxos intracraneanos, há bocado já tive mais, não foram muitos, mas eram bem mais do que os que tenho agora… Porque já concretizei algumas nas linhas anteriores. No entanto, mesmo sem ter nada para escrever, vou continuar a fazê-lo até conseguir ter sentido... Porque escrever também pode ser criar para para depois pensar… E também porque escrever é fácil. Começas com letra maiúscula e terminas com um ponto final. No meio, colocas ideias separadas por vírgulas.
Será possível escrever sem pensar? Sem ter um motivo para o fazer? Se eu parar de pensar aqui conseguirei levar em diante este meu intento? Seria mau expressar-me sem dar espaço à lógica para ela ordenar-me as ideias? E se eu ignorar a gramática e a ordem das palavras? Porque é que nos socorremos incessantemente da ortografia, gramática e da sintaxe (desvirtuando o que pensamos) para manifestarmos as nossas ideias se quando as pensámos não nos preocupámos com isso? Estandardizamos o que a nossa mente produz, tal como eu faço nesta linha, para sermos compreendidos ou para sermos aceites? Porque é considerado errado cagar na merda dos bons modos e caralhar de peito aberto?Eseeuignorarqueateclaspaceexisteecontinuaraescrevercomamesmavelocidadecomqueospensamentosvãosaindo? O que aconteceria se eu fechasse os olhos agora… E instintivamente passasse para a última linha... ...iojhdahdaoijdasiojperifwerr... assim?
Tradução: Porque é que uns são o que dizem e outros são o que gostariam de ter dito se nós apenas somos nos momentos em que apenas pensamos?
13 de março de 2008
Refeitório das Irmãs de S. Vicente de Paulo
Duas horas semanais em que consigo libertar este não sei o quê me impede de ser verdadeiramente humano a tempo inteiro, mas não o faço por mim, faço-o por todos eles e por quem nada faz.
25 de fevereiro de 2008
AMOR E LOUCURA
Conta-se que uma vez todos os sentimentos e qualidades dos homens se reuniram algures na terra. Quando o ABORRECIMENTO reclamou pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, teve uma ideia:
- Vamos brincar às escondidas?
A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE sem se poder conter perguntou:
- Escondidas? O que é isso?
- É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu terminar de contar, o primeiro que eu encontrar ocupará o meu lugar para continuar o jogo.
O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.
A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou por convencer a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessavam por nada. Mas nem todos quiseram jogar.
A VERDADE preferiu não se esconder.
- Para quê, se no final todos me encontram?
A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tinha sido dela).
A COVARDIA preferiu não arriscar-se.
- Um, dois, três, quatro...
- começou a contar a LOUCURA.
A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.
A FÉ subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com o seu próprio esforço tinha conseguido subir à da árvore mais alta.
A GENEROSIDADE quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava, parecia-lhe maravilhoso para algum dos seus amigos. Se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA. Se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ. Se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA. Se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim acabou escondendo-se em um raio de sol.
O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um esconderijo muito bom desde o início. Ventilado, agradavel, mas apenas para ele. A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris). E a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.O ESQUECIMENTO, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante.
Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR ainda não tinha encontrado um local para se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou uma roseira e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre as suas flores. A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra.
Depois, escutou-se a FÉ discutindo com Deus, no céu, sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões. Fruto de um descuido, a LOUCURA encontrou a INVEJA e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO. O EGOÍSMO, não teve nem que o procurar: ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.
De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede e ao aproximar-se de um lago, descobriu a BELEZA. A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois encontrou-a sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se. E assim foi encontrando todos. O TALENTO entre a erva fresca, a ANGÚSTIA num buraco escuro, a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano) e até o ESQUECIMENTO, que se tinha esquecido de que estava brincando às escondidas. Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local. A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, debaixo de cada rocha do planeta e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos. A LOUCURA não sabia o que fazer para se desculpar. Chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser guia dele.
Desde então, desde que pela primeira vez se brincou às escondidas na terra, o AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha...
*Roubei descaradamente de um email que me enviaram, "autor desconhecido" - props para si.
24 de fevereiro de 2008
12 de janeiro de 2008
Help!
LOL
Outta Here!
E com esta a loja fechou para balanço,
Voltarei na primavera.
Beijinhos a abraços.
Cumprimentos à família hein!








