27 de março de 2008
Olha eu no msn (:
I'm outta here!
18 de março de 2008
15 de março de 2008
...não faço a mínima ideia do que vou escrever nas próximas linhas apenas sei e tenho a certeza de que o vou fazer... 2 linhas e já não tenho muitos pensamentos a vaguear nos fluxos intracraneanos, há bocado já tive mais, não foram muitos, mas eram bem mais do que os que tenho agora… Porque já concretizei algumas nas linhas anteriores. No entanto, mesmo sem ter nada para escrever, vou continuar a fazê-lo até conseguir ter sentido... Porque escrever também pode ser criar para para depois pensar… E também porque escrever é fácil. Começas com letra maiúscula e terminas com um ponto final. No meio, colocas ideias separadas por vírgulas.
Será possível escrever sem pensar? Sem ter um motivo para o fazer? Se eu parar de pensar aqui conseguirei levar em diante este meu intento? Seria mau expressar-me sem dar espaço à lógica para ela ordenar-me as ideias? E se eu ignorar a gramática e a ordem das palavras? Porque é que nos socorremos incessantemente da ortografia, gramática e da sintaxe (desvirtuando o que pensamos) para manifestarmos as nossas ideias se quando as pensámos não nos preocupámos com isso? Estandardizamos o que a nossa mente produz, tal como eu faço nesta linha, para sermos compreendidos ou para sermos aceites? Porque é considerado errado cagar na merda dos bons modos e caralhar de peito aberto?Eseeuignorarqueateclaspaceexisteecontinuaraescrevercomamesmavelocidadecomqueospensamentosvãosaindo? O que aconteceria se eu fechasse os olhos agora… E instintivamente passasse para a última linha... ...iojhdahdaoijdasiojperifwerr... assim?
Tradução: Porque é que uns são o que dizem e outros são o que gostariam de ter dito se nós apenas somos nos momentos em que apenas pensamos?
13 de março de 2008
Refeitório das Irmãs de S. Vicente de Paulo
Duas horas semanais em que consigo libertar este não sei o quê me impede de ser verdadeiramente humano a tempo inteiro, mas não o faço por mim, faço-o por todos eles e por quem nada faz.