12 de janeiro de 2008

Help!

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Estava aqui no pc a rolar umas sonoridades (após um dia repleto de fluxos intra-craneanos), a olhar para o player e a pensar em sei lá o quê... quando voltei de lá, não sei bem de onde, pensei para mim: As coisas que penso são tão abstractas que raramente as consigo exteriorizar sem ser por via do silêncio ou de um olhar comprometedor. É verdade! Raramente consigo expressar de forma oral ou escrita tudo aquilo que penso e quando isso não acontece prefiro calar-me sorrindo ou olhando para o mais longe possível... talvez para um universo paralelo, onde não tenho de responder a nada nem a ninguém, onde apenas faço planos absurdos e alimento projectos mirabolantes. É ali que me manifesto plenamente: Um dia vou dominar o mundo! Não, eu não sou louco, aliás, essa é a única coisa que me difere deles. Fora essa permanente ausência espiritual, sou bastante civilizado e sociável, embora cada vez menos compreenda as pessoas, a forma como se comportam, a forma como interagem nos meios sociais, sempre à base de interesses... situações que me levam a crer que elas não têm nada mais a não ser necessidades, pois nada é feito de forma gratuita, tudo é dirigido ao preenchimento de um vazio que pensam que deve ser fechado e que só assim alcançam a tal felicidade. Vazio esse no qual muitas vezes eu me lanço de cabeça e que procuro explorar por pensar que só assim irei conhecer-me e desenvolver capacidades que me permitam desvendar mistérios muito mais importantes do que simples formas de agir e pensar do ser humano. Será que não entro nas estatísticas da normalidade por pensar assim? Por ver o mundo de forma diferente? O que é ser normal? É pensar como tu? É pensar-me ignorando aquilo que sou? Outra pergunta. Porque é que tu estás a tentar interpretar-me? Não consegues simplesmente ler sem te comprometeres com o que estou a escrever? O valor intrínseco deste palavreado é-te insuficiente? Porque é que tens que julgar a pessoa por detrás das palavras? E porque é que me lês segundo a tua perspectiva? Se me queres compreender não seria mais correcto ler segundo a minha perspectiva? Mas se não me conheces porque me tentas interpretar enquanto pessoa? Consideras-te capaz de pensar como eu estou a pensar? Achas-te capaz de pensar à mesma velocidade com que eu penso? Se não pensas como eu penso como é que me vais interpretar correctamente? Como é que consegues ter uma opinião positiva ou negativa sobre mim sem me conheceres sequer? Eu posso não ser o que escrevo, posso simplesmente escrever aquilo que quero ser sem o ser ainda e também posso estar a escrever algo que já fui. Uh? Conheces-me? Mas eu não sou nada... sou apenas pensamento, sentimento e criatividade. Como pode o homem, dotado de tantas capacidades ter tão pouca imaginação? E como pode alguém com tantas coisas mais interessantes para fazer estar aqui a ler devaneios de alguém que a própria loucura renegou?

LOL

Outta Here!

E com esta a loja fechou para balanço,
Voltarei na primavera.
Beijinhos a abraços.
Cumprimentos à família hein!

10 de janeiro de 2008

4.89€...

1 comentários
...pó menino e pá a menina!



Não, não estou a vender mas Worten do Seixal está ou estava, depende da tua rapidez.

3 de janeiro de 2008

Espólio (re)criativo doutros tempos.

3 comentários
Eu, quando era bonito... (Ewé cabeça de côco)

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Eu a respirar sousa-cardoso...

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Eu a imaginar a prof. de Historia da Arte em bikini...

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Eu a desafiar Kandinsky...

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