Há bocadinho dei por mim mergulhado num narcisismo profundo relendo e narcisando o que tenho narcisado por esse mundo fora e dei conta de que a brincar nestas coisas de narcisar (ide conferir no dicionário, é um verbo sim, se não estiver lá acrescente e diga que fui eu que inventei) até que largo umas "quotes" dignas de figurar nesses sites que a gente tanto gosta de plagiar.
"Há que admiti-lo, resulta de um desses momentos em que a vontade e os dedos fintam a razão e a moral e até a propria gramática, mas o que são esses elementos todos ao lado da criatividade? Absolutamente nada! "
"(Deus quer, o Homem sonha e a obra nasce?) Não! Eu sonho, eu quero e sou o único mestre de obras da minha vida!"
"Por falar em exteriorizar, eu só falo quando é preciso, não se é sábio por muito falar. Fazem ideia de quanto mal nós fazemos por essa maldita necessidade de falar?"
"A minha mente anda mais para lá do que para cá, num dia normal entro em coma mental umas 7 vezes por hora."
"Uma vez perdi de vista 20 euros fiquei triste mas o pior foi o tempo que perdi à procura do papelinho endinheirado (Crise de valores?) Penso que sim, os valores de hoje fazem plim plim no bolso e não estou a falar das chaves de casa!"
"Não, eu não sou louco! Sou apenas um ser com ideias estranhas e que pensa com o corpo e a alma sem filtros. (Um ser em plenitude?) Isso!"
"Adoro que me julguem pela minha aparência, faz-me sentir vivo, único e diferente!"
"E não me venham com o "todos diferentes todos iguais" para mim só seremos iguais quando podermos ser diferentes."
Será que sou mesmo um pensador nato? huh? Um filósofo não assumido? não sei mas também não me apetece pensar agora, porque só de pensar que tenho de pensar nisso já cansa o pensamento pensativante.
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