Na música há sempre um acorde, um tom, uma subliminaridade que aproxima dois planos distintos. O ser humano segue a mesma regra. No meio de tantos pormenores, há algo que cativa e motiva um mixar de emoções, dando continuidade ao je ne sais quoi de inevitável que nos faz ouvir a mesma musica mesmo estando em planos díspares.
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