...que afirmam: "Não quero passar o resto da minha vida a preocupar-me com outras pessoas" e "Estou farta de lidar com pobres" e ainda "Os beneficiários do RSI são todos uns parasitas".
Há Assistentes Sociais...
...que em termos relações interpessoais são uma autêntica nulidade e mesmo assim atribuem a elas mesmas a nobre missão de zelar pelo bem-estar e felicidade do próximo.
O que motiva estas pessoas a enveredar por esta área?
Cada vez mais compreendo o facto de muitos utentes dizerem mal de certos Assistentes Sociais, não por estes não os terem ajudado, mas pela forma como foram tratados... sem um pingo de sensibilidade ou empatia, sem respeito pela situação em que muitos deles se encontra...
O que lhes leva a tratar tão mal quem a eles recorre?
Será que ainda são movidos pelo que disseram timidamente no primeiro dia de faculdade? (por vocação, por ser um área bonita, por gostar de ajudar, fazer a diferença etc) Ou será que hoje não têm problemas em admitir que não conseguiram entrar no curso que queriam? Se sim, porque não tiram outro curso e tratam de serem felizes em vez de descarregarem as suas frustrações em quem a eles recorre na esperança de ver a sua qualidade de vida aumentar?
Não sei responder...
Mas espero que um dia acordem e entendam que elas(es) mesmas(os) e sua forma de estar engrossam tudo o que a sociedade tem de errado, o preconceito, a discriminação, a ignorância... enfim, o disfuncionalismo que se comprometeram a combater. Espero acima de tudo que quando esse dia chegar não seja demasiado tarde para uma mudança.
Há Assistentes Sociais...
...que em termos relações interpessoais são uma autêntica nulidade e mesmo assim atribuem a elas mesmas a nobre missão de zelar pelo bem-estar e felicidade do próximo.
O que motiva estas pessoas a enveredar por esta área?
Cada vez mais compreendo o facto de muitos utentes dizerem mal de certos Assistentes Sociais, não por estes não os terem ajudado, mas pela forma como foram tratados... sem um pingo de sensibilidade ou empatia, sem respeito pela situação em que muitos deles se encontra...
O que lhes leva a tratar tão mal quem a eles recorre?
Será que ainda são movidos pelo que disseram timidamente no primeiro dia de faculdade? (por vocação, por ser um área bonita, por gostar de ajudar, fazer a diferença etc) Ou será que hoje não têm problemas em admitir que não conseguiram entrar no curso que queriam? Se sim, porque não tiram outro curso e tratam de serem felizes em vez de descarregarem as suas frustrações em quem a eles recorre na esperança de ver a sua qualidade de vida aumentar?
Não sei responder...
Mas espero que um dia acordem e entendam que elas(es) mesmas(os) e sua forma de estar engrossam tudo o que a sociedade tem de errado, o preconceito, a discriminação, a ignorância... enfim, o disfuncionalismo que se comprometeram a combater. Espero acima de tudo que quando esse dia chegar não seja demasiado tarde para uma mudança.
1 comentário:
tens toda a razao no que dizer, toda.
Mas mais importante é haver pessoas que realmente lá estão por vocação, por gostar de ajudar, por ser uma área bonita, para fazer a diferença.Enquanto houver pessoas que o façam por esses motivos vão lutar para combater os estragos desses tristes que por ai andam (e que são muitos infelizmente).
Sabes o que te digo? Foste po curso certo.
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