12 de outubro de 2011

Filhos da mãe!!!

Em pleno século XXI, há mulheres a serem despedidas por engravidarem. Filhos de Portugal a despedirem as mães de Portugal. O curioso é que representam empresas de grande dimensão que investem milhões para passar uma imagem de responsabilidade social em prime-time. Empresas que toda a gente pronuncia e escreve com "E" crescido...!!! Dessas que mandam no país (na "sombra" das marioretas que lá estão) e que recebem apoios e usufruem de beneces do Estado às custas dos filhos das mães de Portugal. Empresas que criam postos de trabalho e dinamizam a economia e não sei quê presentes de Natal para as crianças pobres + jardins para as criancinhas (filhos das mães e quiçá deles mesmos) brincarem. Empresas que jamais assumirão o papel que uma mãe assume quando o filho mais precisa. Nem é preciso encarnarem esse papel porque mãe há apenas uma, a que nos carregou, educou e sustentou quando éramos incapazes e inúteis... para a economia. Bastava encarnarem empiricamente a imagem de ética e responsabilidade social que vendem em todas as plataformas de comunicação desde mundo e do outro... e que lhes garante milhões sem muito esforço.
Infelizmente, se depender desses filhos da mãe (é o que eles são, apesar de não se lembrarem que durante 9 meses foram vida no ventre) vamos andar nisto até não existir força humana produtora e despedível. "Não  estás capaz de produzir a 1000% ? Não vai dar... põe-te a andar"

Mães (e pais) de Portugal e arredores, eduquem bem os vossos filhos de modo a não se tornarem num destes filhos da mãe dispostos a tudo para ficarem bem na fita e amealhar mais uns tostões. Sejam mães e pais q.b para não passarmos de descendentes do Homo Sapiens para precursores do Homo Economicus Sem Um Pingo de Sapien(cia).

Acredito profundamente que um dos problemas destas outrora crianças foi falta de chinelo no lombo na altura e medida certa.  Há chinelos a um euro (o par) no bazar chinês. E se não tiverem moedinha, ponham-nos a cozer meias com agulhas bem afiadas.
A educação é o único veículo de mudança viável. Podem aplicar cortes de milhões nas responsabilidades educativas do Estado, mas a educação essencial e que mais nos serve é aquela que é transmitida no lar.

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