No mesmo chão que certo dia engoliu um autocarro inteiro, o 51, os croissants do calvário, o eléctrico, a Junqueira, o mesmo 56 das idas à Gulbenkian. Greves, atrasos, pessoas apressadas, acidentes na Av. de Ceuta, os empurrões no 60 sempre a abarrotar, os trabalhos de grupo na Biblioteca de Belém, o CCB, os Jerónimos, os pastéis, os finais de tarde nos jardins de Belém, o Tejo ao fundo e o Palácio Presidencial à frente. Os almoços no pão pão queijo queijo, a cigana que me chamava de colega e que queria ler a sina, a calçada da ajuda, o cheiro a peixe fresco no 29, a descida, dez semestres, amig@s, grandes amig@s, um diploma por ir buscar! Uma vida cheia de ideias/intenções/palavras para actos.
2 comentários:
eu tb tenho esses "pontos de fuga" que me fazem viajar no tempo
Mais que ponto de fuga é a nostalgia.
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